Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

as palavras que nunca te direi.

-29 Outubro, 2011- o dia em que tudo acabou.

 

Uma vez eu disse-te:

"E mesmo que algum dia eu não te tenha nos meus braços,

viverás em mim, por tudo o que te dei.

A mim, hás-de ter sempre.

Amor como o nosso é inexplicável e inequivalente(...)"


Quando te dizia que mesmo que não ficássemos juntos para sempre, nunca te iria esquecer, e que ias ser sempre o meu melhor amigo, nunca pensei que fosse assim, tão duro, tão difícil, tão doloroso.
Dia 29 de Outubro de 2011. O pior dia da minha vida, literalmente.
Já passei por coisas muito complicadas, já tive experiências pelas quais sofri muito.
Mas isto? Se o Inferno realmente existir, isto é o inferno para mim.
Passaram-se duas semanas, exactamente 12 dias. Ainda não tinha tido coragem para escrever sobre isso, quanto mais falo sobre este fim, mais ele se torna real.
Lembro-me daquela noite como se fosse hoje, todas as palavras que me disseste, todos os olhares, tudo. Ainda penso que isto tudo é um pesadelo, e que vou acordar, e que tudo estará certo, e que o meu mundo estará como devia estar: Eu e Tu, Juntos!
Mas não, “isto é bem real”. (palavras tuas…)
Eu compreendo, JURO que compreendo, percebo pelo que estás a passar, como já disse, já passei por algo semelhante, só que a diferença é que eu não te deixei, não desisti. E nunca pensei que o fizesses (…)
Quando vieste ter comigo, e no exacto momento em que olhei para ti, mesmo um instante antes de dizeres que precisavas de falar comigo, esse aí, foi o meu último momento feliz, e choro ao lembrar-me, como gostaria de congelar esse momento, e ficar lá para sempre (…)
Eu sempre disse que não sabia se isto, nós, ia durar para sempre. Sempre disse que já namorávamos há tanto tempo, se isto já não era mais hábito, de estar contigo, ou se era mesmo amor. Mas cada vez que te voltava a ver, passado uma semana, aí sim, eu percebia que não podia viver sem aquilo, que não podia viver sem ti.
Nunca compreendi bem o sentimento de ser deixada, porque nunca amei ninguém de verdade, como te amei, como te amo a ti.
Não consigo dizer, não consigo admitir que acabou. Nem tu próprio ainda mo disseste com todas as letras, e eu estou farta, estou farta de meias palavras, e de “não sei”. Quero saber, quero saber o que somos, o que sou para ti!
Eu não sou parva, já percebi que para ti, já fui mais, já signifiquei mais. Mas se ainda me amas, nem que seja um pouco, porque não lutas? Porque desistes?? Eu não consigo compreender!!
Percebo que estejas confuso, que não saibas o que fazer, mas dizes que queres gostar mais de mim, e depois desistes? Páras de lutar? Tratas-me como se fossemos apenas amigos de longa data? Eu não consigo lidar com isto Pedro. 5 anos. 5 anos a teu lado, 5 anos a falar contigo todos os dias, 5 anos a apoiar-te, 5 anos como tua namorada, 5 anos como tua melhor amiga, 5 anos a amar-te. Em 5 anos, eu dei-te tudo. Dei-te tudo o que podia dar, dei-te tudo de mim, entreguei-me por completo. E assim, de repente tu decides que queres ficar sozinho?
Eu digo muitas vezes que tenho, ou melhor, que tive muita sorte em ter-te. És um rapaz espectacular, um bom amigo, super sincero, honesto, sensível, e dizes sempre o que sentes.
Era tão feliz contigo, porque me deixaste? Porque me abandonaste????
Não aguento esta dor, é demasiado, não sou assim tão forte. Não consigo viver sem ti, e NÃO QUERO, viver sem ti (…)
Preciso tanto de ti Pedro, preciso do teu apoio, do teu amor, preciso de te ouvir dizeres “Amo-te”, preciso de saber se tens saudades minhas, preciso de te sentir. :’(
Estou desesperada, frustrada, triste, zangada, confusa, perdida, sem esperanças, sem certezas, sem motivações, sem nada… sem ti….
Eu sei que precisas de tempo, eu sei que precisas de espaço, e eu dou-te, juro que dou.
Faço tudo o que for preciso, faço tudo por ti!
Mas e se este espaço ainda nos afasta mais? Mas e se me esqueces? E se percebes que afinal até estás melhor sem mim?
Eu não sei o que hei-de fazer! Estou perdida Pedro, perdida ….
Sei que tenho de ter esperanças, e tenho. Mas também sei que não posso ter demasiadas esperanças, não quero desiludir-me a mim própria, não quero magoar-me mais.
Sabes houve alguém que me disse: "se algum dia a Andreia e o Pedro acabarem eu deixo de acreditar no amor." Nós somos o Pedro e a Andreia, sempre estivemos juntos, não desistas por favor...
O que é que eu faço? Decide-te rápido por favor, decide rápido o que queres de mim porque eu não aguento!
Eu não sou como um jogo, em que podes pôr pausa por tempo indeterminado para depois voltares a jogar. Eu sinto, eu sofro. Eu preciso de respostas. Eu preciso de ti!
Deixa-me ser Tua. Por favor, volta a ser Meu.
Eu Amo-te Pedro Ferreira! Amo-te como nunca amei, amo-te cada vez mais, amo-te como se nunca me tivesses deixado.
Amo-te, amor da minha vida!
Sempre amei, e Sempre amarei (...)
sinto-me:
publicado por Andreia ಌ às 22:10
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